Sindicato dos Trabalhadores em Telecomunicações

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Anatel divulga datas de bloqueios de celulares irregulares

A Anatel divulgou o cronograma de bloqueio dos aparelhos irregulares habilitados, veja as datas
A Anatel divulgou na noite desta quarta-feira, 21, o cronograma de bloqueio dos aparelhos irregulares habilitados. A partir desta quinta, 22, os celulares que forem habilitados nas redes das operadoras no Distrito Federal e no Estado de Goiás serão bloqueados a partir de 9 de maio deste ano, conforme decisão da agência.
Os usuários que já possuem aparelhos móveis irregulares habilitados não serão desconectados, caso não alterem o seu número. E, até março de 2019, todos os estados brasileiros deverão ter celulares irregulares bloqueados.
Quem habilitar um celular irregular nas redes das prestadoras de telefonia móvel no Distrito Federal e no Estado de Goiás receberá a mensagem: “Operadora avisa: Pela Lei 9.472 este celular está irregular e não funcionará nas redes celulares em 75 dias”
Essa mensagem deve ser enviada em até 24 horas da ativação do celular e a contagem dos dias será alterada na medida em que se aproximar a data do bloqueio. Ela também será encaminhada nos intervalos de 50 dias e 25 dias antes do bloqueio. No dia 8 de maio, véspera do bloqueio, o celular irregular deve receber o seguinte SMS: “Operadora avisa: Este celular (número do IMEI) é irregular e deixará de funcionar nas redes celulares”.
Conforme o cronograma, nos estados do Acre, Rondônia, São Paulo, Tocantins, Região Sul e demais estados da Região Centro-Oeste, as mensagens aos usuários de aparelhos irregulares serão encaminhadas a partir de 23 de setembro, com o bloqueio dos aparelhos a partir de 8 de dezembro. A medida vale para aparelhos irregulares habilitados a partir de 23 de setembro nesses estados.
Na região Nordeste e demais estados da Regiões Norte e Sudeste, o encaminhamento de mensagens aos usuários a partir de 7 de janeiro de 2019 e impedimento do uso dos aparelhos irregulares a partir de 24 de março do mesmo ano. A medida vale para aparelhos irregulares habilitados a partir dessa data de início de encaminhamento de mensagens nos estados da Região Nordeste e demais estados da Região Norte e Sudeste.
Fonte: Exame

Engeset: Após reunião com sindicatos, empresa se compromete a pagar reajuste

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      No último dia 6 de fevereiro a Engeset e a Comissão de Negociação formada por vários sindicatos, inclusive o Sinttel-Goiás, estiveram reunidos para tratarem de assuntos relacionados aos aditivos à CCT 2016/17 e 2017/18, bem como reajustes salariais e benefícios.
      A empresa se comprometeu em realizar o reajuste de forma retroativa no dia 1º de março de 2018. Sendo assim pagando as duas parcelas do reajuste 01/07/2017 de 2,5% e 01/12/2017 de 2,5% totalizando 5% de aumento.
    Com relação a supressão de benefícios dos trabalhadores que foram migrados da Nokia e EGS, houve divergência entre as duas partes. E o Sinttel-Goiás enviou a empresa oficio, para que a ENGESET estabeleça imediatamente o pagamento dos benefícios, sob pena da Entidade Sindical ingressar com medidas judiciais.
    O Sinttel-Goiás juntamente com demais sindicatos que compõem a comissão de negociação, cobrou da empresa a aplicação do reajuste, bem como dos benefícios praticados em todos os Estados, uma vez que existe previsão na CCT, da aplicação e manutenção dos benefícios e melhores condições de trabalho.
    Também foi cobrado à Engeset o não pagamento do sobreaviso aos trabalhadores, tendo a empresa se comprometido a verificar o caso de forma aprofundada. Foi solicitado pela comissão que a empresa interrompa o banco de horas que vem sendo praticado sem a devida negociação.

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IBGE: maioria dos brasileiros acessa a internet para trocar mensagens

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Banda larga móvel é a principal forma de acesso à web, usada por 94,6% dos internautas do país. Há, ainda, 63,4 milhões de pessoas sem qualquer acesso à internet. Estas dizem que não sabem usar ou que não podem pagar pelo serviço.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) divulgou hoje, 21, os resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios TIC 2016. O material faz um retrato dos hábitos do brasileiro com relação ao uso de tecnologia.
Segundo o material, 94,2% dos 116,1 milhões de habitantes do país que acessaram a internet em 2016 o fizeram para trocar mensagens de texto, voz ou imagens por aplicativos diferentes de e-mail. Assistir a vídeos, programas, séries e filmes foi a motivação de 76,4% desse contingente, seguido por conversas por chamada de voz ou vídeo (73,3%) e enviar ou receber e-mail (69,3%).
Internet
Os dados indicam que o dividendo digital no país diminuiu, mas ainda persiste. Ao menos 35,3% dos brasileiros com mais de 10 anos, não tinham conexão à internet. Das 179,4 milhões de pessoas com 10 anos ou mais, 64,7% utilizaram a internet pelo menos uma vez nos 90 dias que antecederam à data de entrevista nos domicílios pesquisados ao longo do último trimestre de 2016. Os menores percentuais foram no Nordeste (52,3%) e Norte (54,3%), e os maiores no Sudeste (72,3%), Centro-Oeste (71,8%) e Sul (67,9%).
O IBGE contabiliza 69,3 milhões de domicílios no Brasil. Em 48,1 milhões (69,3%) de domicílios há acesso à internet. Desses, 77,3% usavam banda larga móvel e 71,4% banda larga fixa. Menos da metade (49,1%) usavam ambos. A conexão discada, apesar de rara, ainda persiste: foi identificada em 0,6% dos domicílios.
 
Do total de domicílios, 45,3% tinham microcomputador. Os menores percentuais foram no Norte (28,1%) e no Nordeste (29,9%), enquanto os maiores foram no Centro-Oeste (47,4%), Sudeste (54,2%) e Sul (53,5%). Quanto à presença de tablet, este equipamento existia em 15,1% dos domicílios, com o maior percentual no Sudeste (18,2%), e o menor no Norte (9,3%).
Havia celular em 92,6% dos domicílios, enquanto o telefone fixo em 33,6%. Em apenas 5,4% dos domicílios não havia qualquer tipo de telefone.
Celular
Entre quem tem acesso à internet, o celular é a plataforma preferencial. O telefone móvel é usado por 94,6% dos internautas. Das 63,4 milhões de pessoas com 10 anos ou mais de idade que não utilizaram a internet, 37,8% não sabiam usar e 37,6% alegaram falta de interesse, enquanto 14,3% não acessaram por considerar o serviço caro.
“O acesso pelo celular está acima de 90% em todas as grandes regiões. Além da velocidade, o celular permite acessar a Internet por redes sem fio públicas ou gratuitas, sem exigir uma rede de transmissão de dados”, analisa Maria Lucia Vieira, gerente da pesquisa.
Apesar de o celular ser predominante (94,6%), outras formas de acessar a Internet são via microcomputador (63,7%), tablet (16,4%) e televisão (11,3%). No Norte e no Nordeste, o uso do microcomputador é mais baixo, o que pode estar relacionado aos menores rendimentos da população e à infraestrutura local.
“A renda das residências dessas duas grandes regiões é inferior à das demais, e tanto o microcomputador quanto o serviço de Internet para esse equipamento são mais caros que o celular”, diz Vieira.
Mais mulheres que homens
Da população de 10 anos ou mais, 77,1% tinham celular para uso pessoal. A proporção de homens que tinham celular para uso pessoal (75,9%) foi menor que a das mulheres (78,2%). Essa diferença foi notada nas Regiões Norte (62,3% contra 67,8%), Nordeste (65,5% contra 71,6%) e Centro-Oeste (83,6% contra 85,6%), mas quase imperceptível nas demais. Entre os usuários de celular, 78,9% acessavam a Internet por meio do aparelho.
TV
A televisão estava presente em 97,2% dos domicílios. Entre os domicílios com televisão, 48,2 milhões (71,5%) tinham conversor para receber o sinal digital de TV aberta. Em 10,3% (6,9 milhões) dos domicílios com televisão não havia aparelho com conversor, não recebiam sinal por antena parabólica e nem tinham serviço de televisão por assinatura.
Nos domicílios com televisão sem acesso ao serviço por assinatura, mais da metade (55,5%) não o tinham por considerá-lo caro. Há, no país, base instalada de 102,6 milhões de televisores, sejam de tubo (36,6%), sejam de tela fina (63,4%).
Fonte: Telesíntese

IBGE: maioria dos brasileiros acessa a internet para trocar mensagens

Banda larga móvel é a principal forma de acesso à web, usada por 94,6% dos internautas do país. Há, ainda, 63,4 milhões de pessoas sem qualquer acesso à internet. Estas dizem que não sabem usar ou que não podem pagar pelo serviço.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) divulgou hoje, 21, os resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios TIC 2016. O material faz um retrato dos hábitos do brasileiro com relação ao uso de tecnologia.

Segundo o material, 94,2% dos 116,1 milhões de habitantes do país que acessaram a internet em 2016 o fizeram para trocar mensagens de texto, voz ou imagens por aplicativos diferentes de e-mail. Assistir a vídeos, programas, séries e filmes foi a motivação de 76,4% desse contingente, seguido por conversas por chamada de voz ou vídeo (73,3%) e enviar ou receber e-mail (69,3%).

Internet

Os dados indicam que o dividendo digital no país diminuiu, mas ainda persiste. Ao menos 35,3% dos brasileiros com mais de 10 anos, não tinham conexão à internet. Das 179,4 milhões de pessoas com 10 anos ou mais, 64,7% utilizaram a internet pelo menos uma vez nos 90 dias que antecederam à data de entrevista nos domicílios pesquisados ao longo do último trimestre de 2016. Os menores percentuais foram no Nordeste (52,3%) e Norte (54,3%), e os maiores no Sudeste (72,3%), Centro-Oeste (71,8%) e Sul (67,9%).

O IBGE contabiliza 69,3 milhões de domicílios no Brasil. Em 48,1 milhões (69,3%) de domicílios há acesso à internet. Desses, 77,3% usavam banda larga móvel e 71,4% banda larga fixa. Menos da metade (49,1%) usavam ambos. A conexão discada, apesar de rara, ainda persiste: foi identificada em 0,6% dos domicílios.

Do total de domicílios, 45,3% tinham microcomputador. Os menores percentuais foram no Norte (28,1%) e no Nordeste (29,9%), enquanto os maiores foram no Centro-Oeste (47,4%), Sudeste (54,2%) e Sul (53,5%). Quanto à presença de tablet, este equipamento existia em 15,1% dos domicílios, com o maior percentual no Sudeste (18,2%), e o menor no Norte (9,3%).

Havia celular em 92,6% dos domicílios, enquanto o telefone fixo em 33,6%. Em apenas 5,4% dos domicílios não havia qualquer tipo de telefone.

Celular

Entre quem tem acesso à internet, o celular é a plataforma preferencial. O telefone móvel é usado por 94,6% dos internautas. Das 63,4 milhões de pessoas com 10 anos ou mais de idade que não utilizaram a internet, 37,8% não sabiam usar e 37,6% alegaram falta de interesse, enquanto 14,3% não acessaram por considerar o serviço caro.

“O acesso pelo celular está acima de 90% em todas as grandes regiões. Além da velocidade, o celular permite acessar a Internet por redes sem fio públicas ou gratuitas, sem exigir uma rede de transmissão de dados”, analisa Maria Lucia Vieira, gerente da pesquisa.

Apesar de o celular ser predominante (94,6%), outras formas de acessar a Internet são via microcomputador (63,7%), tablet (16,4%) e televisão (11,3%). No Norte e no Nordeste, o uso do microcomputador é mais baixo, o que pode estar relacionado aos menores rendimentos da população e à infraestrutura local.

“A renda das residências dessas duas grandes regiões é inferior à das demais, e tanto o microcomputador quanto o serviço de Internet para esse equipamento são mais caros que o celular”, diz Vieira.

Mais mulheres que homens

Da população de 10 anos ou mais, 77,1% tinham celular para uso pessoal. A proporção de homens que tinham celular para uso pessoal (75,9%) foi menor que a das mulheres (78,2%). Essa diferença foi notada nas Regiões Norte (62,3% contra 67,8%), Nordeste (65,5% contra 71,6%) e Centro-Oeste (83,6% contra 85,6%), mas quase imperceptível nas demais. Entre os usuários de celular, 78,9% acessavam a Internet por meio do aparelho.

TV

A televisão estava presente em 97,2% dos domicílios. Entre os domicílios com televisão, 48,2 milhões (71,5%) tinham conversor para receber o sinal digital de TV aberta. Em 10,3% (6,9 milhões) dos domicílios com televisão não havia aparelho com conversor, não recebiam sinal por antena parabólica e nem tinham serviço de televisão por assinatura.

Nos domicílios com televisão sem acesso ao serviço por assinatura, mais da metade (55,5%) não o tinham por considerá-lo caro. Há, no país, base instalada de 102,6 milhões de televisores, sejam de tubo (36,6%), sejam de tela fina (63,4%).

Fonte: Telesíntese

Claro pagará PPR nesta sexta-feira, 09

Após a aprovação da proposta de Acordo Coletivo pelas assembleias e mediante intensa negociação com o Sinttel-Goiás, a Claro se comprometeu a pagar o PPR 2017. A empresa informou ao Sindicato que o pagamento será feito amanhã (sexta-feira, 09).

TCU arquiva processo de acompanhamento de TAC da Oi

Argumento apresentado foi de perda de objeto, já que a Anatel revogou o acordo aprovado em maio de 2016 com a operadora e que estava sendo monitorado pelo tribunal
O Tribunal de Contas da União aprovou, nesta quarta-feira (21), o arquivamento do processo de acompanhamento do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) da Oi. O argumento apresentado pela relatora, ministra Ana Arraes, foi de perda de objeto, já que a Anatel decidiu revogar de ofício a decisão que havia aprovado, em maio de 2016, o TAC referente aos temas de qualidade, universalização e ampliação do acesso.
Na justificativa, a ministra afirma que o Conselho Diretor da agência aprovou a rejeição de todos os TACs da empresa Oi em andamento na Anatel e da impossibilidade normativa de se celebrarem novos acordos com o mesmo objeto de propostas já rejeitadas. Assim como deliberou, por unanimidade, pela não celebração do acordo com o grupo relativamente aos temas direitos e garantias dos usuários, fiscalização e interrupções sistêmicas, que somavam multas de R$ 5 bilhões.
Dessa forma, destacou a relatora, “verifica-se a perda do objeto do presente processo, que tinha como objetivo acompanhar e analisar um dos referidos TACs firmados com a operadora”. A proposta foi aprovada por unanimidade.
A Anatel desistiu de celebrar TAC com a Oi, em função da situação financeira da prestadora, que luta para sair do processo de recuperação judicial, que enfrenta desde julho de 2016.
Fonte: Telesíntese

Sisu 2018: resultado é divulgado; listas de aprovados podem ser consultadas

Sisu convoca estudantes que fizeram o Enem para universidades federais e estaduais.
O resultado do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) foi divulgado nesta segunda-feira (29), no site http://sisu.mec.gov.br/. Estão disponíveis as listas de aprovados de cada curso das 130 instituições participantes.
Em minutos, o sistema já apresentava instabilidade, como é possível ver no aviso abaixo, que apareceu às 9h07. O MEC afirmou que a equipe de manutenção está resolvendo o problema e que é possível acessar os resultados pelo link http://sisualuno.mec.gov.br. Basta preencher com o número de inscrição e a senha de acesso.

Site do Sisu apresenta instabilidade. (Foto: Reprodução/Sisu)
A primeira chamada também pode ser consultada nas páginas das universidades que integram o programa e na central de atendimento do Ministério da Educação (MEC), pelo número 0800-616161.
Aqueles que forem selecionados devem verificar, junto à instituição em que foram aprovados, qual o local, o horário e os documentos necessários para a matrícula. O prazo para efetivá-la vai do dia 30 de janeiro ao 7 de fevereiro.
Listas de espera
Podem tentar participar da lista de espera aqueles que:
•    não forem selecionados em nenhuma das duas opções de curso na chamada regular;
•    ou os que tenham sido convocados para a segunda opção.
Caso o candidato queira tentar, deve entrar em seu boletim de notas entre os dias 29 de janeiro e 7 de fevereiro e clicar no botão correspondente à "confirmação de interesse em participar da lista de espera". O sistema irá emitir uma notificação avisando que a solicitação deu certo.
Os resultados serão publicados pelas próprias instituições de ensino a partir do dia 9 de fevereiro - e não pelo site do Sisu. É importante, portanto, que cada candidato acompanhe as convocações feitas pela universidade em que busca estudar.
Calendário do Sisu 2018
•    Inscrições: de 23 de janeiro até as 23h59 de 26 de janeiro
•    1ª chamada: 29 de janeiro
•    Matrículas dos aprovados na 1ª chamada: de 30 de janeiro a 7 de fevereiro
•    Manifestação de interesse na lista de espera: de 2 de fevereiro até as 23h59 de 7 de fevereiro
•    Resultados das listas de espera: a partir de 9 de fevereiro
Fonte: G1

Lucro da Telefônica salta 24,9% no 4º tri

Telefônica Brasil reduziu os investimentos no período, os quais concentrou em 4G, FTTH, FTTx e TI. Companhia terminou ano com rede LTE ativa em 2,6 mil cidades. A receita com voz continua despencando, mas ganhos com dados cresceram 25%.
A Telefônica divulgou na manhã desta quarta-feira, 21, o resultado financeiro do quarto trimestre de 2017. A companhia teve lucro líquido de R$ 1,5 bilhão, 24,9% maior que no mesmo período de 2017. O resultado cresceu na esteira da redução do Capex, que somou R$ 2,66 bilhões, 4,8% menor que um ano antes.
Segundo a empresa, o crescimento do lucro deveu-se, principalmente, ao crescimento do EBITDA, maior montante de Juros sobre Capital Próprio declarados e à melhora no Resultado Financeiro apresentado no período.
A receita da operadora brasileira aumentou 1,5%, para R$ 11 bilhões. O serviço responsável por isso foi a telefonia móvel, cujas vendas somaram R$ 6,55 bilhõe, 3,8% a mais que no trimestre final de 2016. No fixo, a Telefônica teve perda de receita: R$ 4,18 bilhões, 2,3% menor. O EBTIDA (lucro antes de impostos, amortizações e depreciações) foi de R$ 3,76 bilhões, maior em 4%.
O consumo de dados cresceu 25% (para R$ 4,9 bilhões) e puxou a demanda pelos serviços móveis da empresa. Em compensação, o uso mais intenso dos serviços digitais reduziu em muito o consumo de voz. A receita com voz sainte caiu 34,9%, para R$ 1,3 bilhão.
No fixo, o movimento é semelhante. Caiu o consumo de voz (-14,4%), mas cresceu a demanda por banda larga (22,7%). A receita com voz, no entanto, ainda é maior: R$ 1,6 bilhão, contra R$ 1,2 bilhão da banda larga fixa.
A empresa conseguiu elevar receita média por usuários em quase todos os segmentos, exceto voz. Nesta, o ARPU foi de R$ 40,1, ante R$ 43,3 no final de 2016. Na banda larga, a ARPU foi de R$ 56,1, contra R$ 46,6. E na TV paga, de R$ 98,3, contra R$ 93,2.
2017
O resultado de hoje também mostra o desempenho do grupo ao longo de todo o ano de 2017. A Telefônica teve receita líquida de R$ 43,2 bilhões, 1,6% maior que em 2016. O EBITDA aumentou 3,3%, para R$ 14,48 bilhões. Já o lucro líquido foi de R$ 4,6 bilhões, 12,8% maior que no ano anterior. O endividamento líquido ficou em R$ 3,8 bilhões, mantendo constante a relação dívida líquida/EBITDA em 0,26.
Em 2017, a Companhia investiu R$ 7.998,3 milhões, representando 18,5% da Receita Operacional Líquida. O número é apenas R$ 5 milhões menor que em 2016, mas, segundo a empresa, em linha com a média anual da projeção de investimentos do triênio 2017-2019 de R$ 24 bilhões.
Os investimentos foram direcionados, em sua maioria, à ampliação da capacidade de rede e cobertura 4G. A empresa encerrou o ano com o LTE ativado em 2,6 mil cidades. O dinheiro também foi gasto na expansão de FTTH a novas cidades, no aumento da penetração do FTTx e em TI, no processo de digitalização na companhia.
Fonte: Telesíntese

Claro, Oi, TIM ou Vivo? Veja ranking das operadoras com mais reclamações na Anatel

Número total de queixas caiu 12,9% em relação ao registrado em 2016. Na telefonia móvel pós-paga, a TIM foi a única que registrou aumento de reclamações. Net e Vivo tiveram aumento de reclamações na TV por assinatura. Também cresceram queixas da banda larga da Net.
Seja qual for sua operadora, é possível que em algum momento você tenha decidido reclamar sobre a qualidade de algum serviço, queda de sinal, estabilidade de imagem ou sobre a velocidade de conexão. Há, no entanto, boas notícias no horizonte.
Relatório divulgado hoje pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) indica que houve queda na quantidade de queixas recebidas sobre os serviços prestados pelas operadoras pelo segundo ano seguido. E foi o segundo ano seguido de retração.
O ano de 2017 terminou com 3,4 milhões de queixas, 506 mil a menos que em 2016. Trata-se de uma redução, de 12,9% no volume. Entre 2015 e 2016 as reclamações caíram 4,3%. A Anatel afirma que ainda há bastante espaço para a redução de reclamações, especialmente na banda larga fixa.
Todos os serviços (banda larga fixa, telefonia fixa, telefonia móvel pré-paga e pós-paga, e TV por assinatura) registraram redução nas reclamações. Juntos, totalizam 327.267.253 contratos ativos. As queixas somaram 3,4 milhões. Ou seja,  a relação entre o total de assinantes e o número de reclamações é de 1,2%.
Volume de reclamações por serviço
Serviço    2016    2017    2017-2016    Variação
Telefonia fixa    943.680    760.992    -182.688    -19,4%
Telefonia móvel pré-paga    595.016    485.951    -109.065    -18,3%
Banda larga fixa    580.952    525.288    -55.664    -9,6%
Telefonia móvel pós-paga    126.0613    1.143.980    -116.633    -9,3%
TV por assinatura    511.053    467.363    -43.690    -8,5%
Outros *    20.544    22.123    1.519    7,7%
Total Geral    3.911.858    3.405.697    -506.161    -12,9%
*Reclamações contra serviços de radiodifusão (Rádio e TV) ou em relação à própria agência reguladora.
Neste ano de 2018, a Anatel promete iniciar processos de fiscalização sobre falhas de informação na oferta e contratação de serviços e nas alterações de planos e pacotes. Também pretende verificar indisponibilidade das informações obrigatórias ao consumidor nos portais online das prestadoras, e as dificuldades em cancelar os serviços.
Estudos realizados pela Superintendência de Relações com os Consumidores da agência indicam que problemas na oferta dos serviços e na clareza das vendas levam às reclamações sobre cobrança, principal motivo de queixa.
Telefonia fixa
Telefonia fixa foi o tipo de serviço cujas reclamações mais diminuíram no ano passado. O resultado se deveu a uma redução no volume de reclamações sobre o funcionamento nas prestadoras Oi, Vivo e Net. A Oi foi a operadora que mais reduziu o número de reclamações, seguida de Vivo e Net.
Telefonia fixa – principais prestadoras
Prestadora    Volume de Reclamações
    2016    2017    2017-2016    Variação
Oi    550.436    407.811    -142.625    -25,9%
Vivo    263.383    230.542    -32.841    -12,5%
Net    111.261    100.970    -10.291    -9,2%
 
No celular, agência mira SVAs
No primeiro semestre de 2017, a Anatel começou a fiscalizar a contratação de Serviços de Valor Adicionado (SVAs) à revelia do usuário. De acordo com a agência, esse movimento fez as operadoras controlarem de forma mais rígida os parceiros, levando à diminuição das reclamações na telefonia móvel pré-paga. Os SVAs são os serviços de conteúdo e aplicativos vendidos através das operadoras. Aqui, a Vivo foi a operadora cujo número de reclamações mais encolheram. Em seguida, vieram Claro, Oi e TIM.
Telefonia móvel pré-paga – principais prestadoras
Prestadora    Volume de Reclamações
    2016    2017    2017-2016    Variação
TIM    266.677    244.952    -21.725    -8,1%
VIVO    135.324    97.199    -38.125    -28,2%
CLARO    109.259    79.725    -29.534    -27,0%
OI    82.747    62.235    -20.512    -24,8%
 
Na telefonia móvel pós-paga, a TIM foi a única que registrou aumento de reclamações. No entanto, em todas as principais prestadoras, as reclamações relativas a cancelamento e a atendimento caíram.
Telefonia móvel pós-paga – principais prestadoras
Prestadora    Volume de Reclamações
    2016    2017    2017-2016    Variação
VIVO    360.326    298.585    -61.741    -17,1%
TIM    296.925    319.740    22.815    7,7%
CLARO    286.082    265.563    -20.519    -7,2%
OI    180.838    152.189    -28.649    -15,8%
 
Banda larga e TV paga
Na banda larga fixa, a Oi liderou a redução no número de reclamações sobre funcionamento e reparo. Esse mesmo tipo de reclamação, mais as relativas à cobrança, foram responsáveis pelo aumento registrado na Net. As reclamações de qualidade e de funcionamento compõem o maior volume de queixas no serviço, 46% do total.
Banda Larga Fixa- principais prestadoras
Prestadora    Volume de Reclamações
    2016    2017    2017-2016    Variação
OI    288.278    227.723    -60.555    -21,0%
VIVO    162.508    149.757    -12.751    -7,8%
NET    74.596    85.188    10.592    14,2%
 
Os assinantes dos serviços via satélite das prestadoras Sky, Claro e Oi formaram o grupo de usuários que apresentou a maior redução no registro de reclamações à Agência Nacional de Telecomunicações na TV por Assinatura. A Net teve um aumento de 7,8% devido a queixas de cobrança após o cancelamento e cobrança em desacordo com o contratado.
TV por assinatura – principais prestadoras
Prestadora    Volume de Reclamações
    2016    2017    2017-2016    Variação
SKY    189.342    169.701    -19.641    -10,4%
NET    150.725    162.428    11.703    7,8%
CLARO    76.054    55.435    -20.619    -27,1%
OI    59.450    44.382    -15.068    -25,3%
VIVO    30.994    32.093    1.099    3,5%
As mais reclamadas
No ranking geral, somando-se todas as reclamações por grupo econômico, a Oi foi a empresa com mais queixas. Estas somaram 894 mil. Em compensação, a companhia reduziu em 23% o número de reclamações em relação a 2016.
Em segundo lugar em número de queixas ficou a Vivo, com 808 mil. A operadora também reduziu os números, no caso, em 15% sobre 2016.
A Claro Brasil, que reúne Claro e Net, teve 749 mil reclamações, 7% menos que um ano anos.
Já a TIM Brasil aparece com 564 mil queixas, mil a mais que em 2016 (+0,2%).
Fonte: Telesíntese

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