Sindicato dos Trabalhadores em Telecomunicações

Você está aqui: Home Notícias

O que fazer e o que não fazer nos 10 primeiros dias de trabalho

Esforçar-se para aparecer e deixar uma marca ou pedir conselhos e ouvir mais? Veja as dicas de especialistas para fazer seu emprego novo durar.
Quando você entra em um emprego novo, há sempre uma pressão para deixar uma marca, provar que você merece a posição. Mas há alguns passos cruciais que você pode tomar para garantir que isso dure mais tempo e você não seja desligado no período probatório.
Ao construir relações, conquistar objetivos cedo e evitar parecer um "sabe-tudo", você pode garantir sua posição por um bom tempo.
O que evitar
Primeiramente, não faça nada maluco.
"Use seus primeiros 10 dias para perceber quem vai influenciar você e quanta influência você poderá ter nessa companhia", diz Jason Woman, coach executivo em São Francisco e autor do livro Your Best Just Got Better ("Seu Melhor Acabou de Ficar Melhor", em tradução livre).
Muitos recém-contratados tendem a dar um grande show no emprego assim que chegam, mas entradas chamativas têm uma maior probabilidade de acabar em um tiro no pé, diz Gautam Mukunda, professor de administração de negócios da Universidade de Harvard.
Isso significa evitar manifestações chamativas em sua primeira reunião com a equipe. Não anuncie uma sacudida organizacional no seu primeiro dia. Fique longe de críticas muito contundentes sobre os processos da empresa. "É muito mais fácil um grande show dar terrivelmente errado do que certo", diz Mukunda. "Há uma boa chance de seus colegas não apreciarem sua grande entrada".
Também entra nessa lista determinar grandes objetivos. Há boas chances de, como uma nova aquisição, você ainda não ter ideia do que é capaz de conseguir. Ainda assim, muitas pessoas fixam metas muito ambiciosas nos seus primeiros dias de trabalho, diz Michael Sharkey, fundador e CEO da empresa de software de marketing Autopilot, baseada em São Francisco.
Por enquanto, ele aconselha deixar esses números de vendas ou projeções de novos produtos de lado. Prometer demais agora lhe dará uma boa chance de você ter de explicar depois por que você e sua nova equipe não chegaram lá.
"O apetite por metas nesses primeiros dias é difícil de saciar", diz Sharkey. "Mas se você determinar muitas metas de início, será muito difícil conquistar todas elas".
Os passos certos
Em vez disso, Sharkey diz que a chave é começar com algo pequeno para conquistar vitórias rápidas. Talvez seja uma nova contratação que você queira ter na sua equipe. Talvez seja simplesmente entender melhor a rede de abastecimento da companhia ou conhecer pessoas em posições no mesmo nível que a sua.
"É sobre criar expectativas e entender o que importa", observa Sharkey. "Comece com uma pequena tarefa e talvez você consiga começar o trabalho com uma vitória precoce".
Enquanto se esforça para chegar a esse objetivo, comece a construir as relações que você precisará mais tarde. Encontre mentores e gerentes mais altos que estejam dispostos a oferecer conselhos e não tenha medo de lhes fazer perguntas, diz Womack.
Contudo, garanta que essas perguntas sejam apropriadas, ele aconselha. Evite soar como um novo recruta cheio de respostas, porque ninguém quer ouvir a pessoa nova falar sobre como tudo deveria ser.
A recomendação de Mukunda é fazer perguntas que mostram que você quer o aconselhamento dos outros - uma maneira fácil de se integrar a chefes e colegas. "Simplesmente não há uma maneira melhor de construir relações do que pedir conselhos", diz Mukunda.
Isso é algo que Mukunda aprendeu da maneira mais difícil em seu primeiro emprego. Ele começou como um analista de negócios da empresa McKinsey & Company cheio de ideias em 2002. Em sua primeira avaliação, Mukunda lembra de seu chefe o punindo. "Cara, você é a pessoa mais júnior na sala", disse o chefe. "Mas, nas reuniões, ninguém fala mais que você".
Não é que a companhia não valorizava sua opinião, diz Mukunda. É que ele simplesmente ainda não havia ganhado o direito de ser a voz mais alta no escritório. Agora, ele diz para seus alunos seguirem uma frase do premiado musical Hamilton: "Fale menos, sorria mais".
"Você precisa lembrar que, quando você entra em um emprego novo, os chefes vão julgá-lo imediatamente", diz Mukunda. "Você pode controlar isso sabendo quando parar de falar, fazer perguntas e ouvir".
Se você fizer isso, há boas chances de você sobreviver às primeiras semanas de seu novo emprego.
Fonte: G1

Saia desse calor! Venha para o Clube dos Bancários

Leia mais...

Os associados ao SINTTEL-GO têm à disposição um dos mais bonitos e completos clubes de Goiânia. Bem localizado, na Avenida Planície, Conjunto Itatiaia, a poucos minutos do centro, o Clube dos Bancários funciona aos finais de semana e feriados das 8h às 17h e conta com parque aquático infantil, equipado com toboágua e brinquedos diversos, as crianças devem estar acompanhadas de um responsável. Os adultos também têm o seu toboágua e duas piscinas próprias para refrescantes banhos.
Bosque
O Clube dos Bancários conta com um lindo e organizado bosque, com toda estrutura para o famoso churrasco. Além de relaxar às sombras de várias árvores o local também é uma ótima opção para realizar confraternizações. Lembrando que é necessário que se faça reserva antecipada, ligue e agende pelo fone 62 9 9977-6652 (Gilmar Fernandes).     
Esporte
    O complexo esportivo conta com três campos gramados soçaite e um oficial, quadra poliesportiva e quadra de areia. Convite os amigos e marque aquela pelada, pratique e incentive o esporte!  
Música ao vivo
    Os shows aos domingos é tradição no Clube dos Bancários. A administração do complexo esportivo traz para seus associados atrações musicais de vários gêneros e neste domingo, 03, não será diferente! A banda Nossa Pegada se apresenta a partir das 12h entoando sucessos atuais e os já consagrados do pagode, samba e axé. Venha dançar, cantar e se divertir com sua família e amigos no Clube dos Bancários.
Restaurante
    Aqueles que queiram passar o dia no Clube dos Bancários tem a opção de almoçar sem sair do complexo. Apetitoso almoço e petiscos são servidos pelo restaurante que possui também várias opções de bebidas.
Redes sociais
    Tire fotos se divertindo no Clube dos Bancários e nos mande via Whatsapp 62 9 8664-9150, iremos postar as melhores em nossa página no Facebook! Poste em suas redes sociais com a hashtag #CurtindoNoClubeDosBancarios #SINTTELGO

Congresso tentará votar reforma política e nova meta fiscal em semana com feriado

Frequência de parlamentares costuma cair nas semanas de feriado, o que dificulta votações de projetos mais polêmicos. No Senado, está prevista a votação da nova taxa do BNDES.
Mesmo com o feriado de 7 de setembro nesta quinta-feira, o Congresso Nacional tentará votar nesta semana a proposta de reforma política e o projeto de revisão da meta fiscal deste ano e de 2018.
A frequência de parlamentares, contudo, costuma cair nas semanas em que há feriados, o que dificulta as votações de projetos mais polêmicos e que exigem maior número de deputados no plenário.
Na pauta da Câmara está prevista a votação da reforma política. Na do Senado, a análise do projeto que cria uma nova taxa de juros para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Além disso, o Congresso Nacional tem sessão conjunta, formada por deputados e senadores, convocada para esta terça (5) para analisar o projeto do governo que prevê déficit de R$ 159 bilhões nas contas públicas em 2017 e em 2018.
Reforma Política
Sem consenso entre os partidos para aprovar a proposta de reforma política que prevê a criação de fundo eleitoral para bancar campanhas com dinheiro público, o presidente em exercício da Câmara, André Fufuca (PP-MA), pretende colocar em votação um outro projeto, o que põe fim às coligações partidárias e cria uma cláusula de desempenho eleitoral.
Pelo projeto, partidos que não alcançarem um resultado mínimo nas eleições perderão o acesso ao fundo partidário e ao tempo gratuito de rádio e televisão.
Por se tratar de uma emenda à Constituição, o texto só será aprovado se receber o apoio mínimo de 308 dos 513 deputados, em dois turnos.
Em razão do feriado na quinta-feira (7), Fufuca convocou sessões entre segunda (4) e quarta (6).
Meta fiscal
Para nesta terça, está prevista uma sessão do Congresso para votar a revisão da meta fiscal.
A meta em vigor de 2017 prevê déficit de R$ 139 bilhões e a de 2018, R$ 129 bilhões. Mas o governo argumenta que a arrecadação ficou abaixo do esperado e, por isso, precisou revisar as previsões dos dois anos para déficit de R$ 159 bilhões.
O texto-base foi aprovado na última semana, mas não houve quórum suficiente para a conclusão da análise do projeto, adiada para esta semana.
TLP
A prioridade da base governista no Senado nesta semana será a votação da medida provisória (MP) que cria a Taxa de Longo Prazo (TLP). O texto precisa ser aprovado até esta quarta (6). Se isso não acontecer, a medida perderá a validade.
A TLP foi criada com o objetivo de substituir a Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) nos empréstimos do BNDES que utilizam recursos do Fundo de Participação PIS-Pasep, do Fundo de Ampara ao Trabalhador (FAT) e do Fundo da Marinha Mercante (FMM).
Pela proposta, a TLP será utilizada como referência pelos contratos assinados pelo BNDES a partir de 1º de janeiro de 2018.
De acordo com a equipe econômica do governo, O objetivo da substituição da TJLP é fazer com que a nova taxa aproxime as condições de empréstimos do BNDES às praticadas pelo mercado.
Outra MP na pauta de votações do Senado é a que renegocia dívidas de estados e municípios com o INSS. Pela proposta, os débitos previdenciários desses entes poderão ser pagos em até 200 parcelas mensais.
Outros temas
Fundo eleitoral: Continua na pauta do Senado um projeto do senador Ronaldo Caiado (DEM-GO) que cria um fundo para financiar campanhas com recursos que seriam disponibilizados com o fim da veiculação de propagandas partidárias e do horário eleitoral gratuito em rádios e TVs comerciais.
Tornozeleiras: A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado pode votar na próxima quarta (6) um projeto do senador Paulo Bauer (PSDB-SC) que obriga presos a pagarem as despesas com as próprias tornozeleiras eletrônicas.
Fonte: G1

Deforma trabalhista: a falsa modernização nas relações de trabalho

A deforma trabalhista tem sido mostrada, exaustivamente, pelo governo e por diversos jornais como a nova e moderna ordem nas relações de trabalho. O projeto foi aprovado às pressas pelos parlamentares e, na prática, vai promover a maior instabilidade jurídica e social jamais vista.
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, entrou com uma ação direta de inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal (STF) na última sexta-feira, dia 25, para anular pontos presentes na lei da “reforma” trabalhista. Janot discorda de questões da lei, como no caso de um trabalhador perder uma ação trabalhista e ter que arcar com os custos do processo e honorários advocatícios, mesmo se provar que não tem condições de pagar.
O procurador-geral da República pediu para que seja concedida uma decisão liminar para suspender esses trechos do desmonte da CLT. E há ainda mais pontos propostos por essa lei dos empresários que parecem inovadores e que, de perto, evidenciam o seu lado sombrio.
A lei permitirá que gestantes e lactantes possam trabalhar em locais que representem risco à saúde. Este é um absurdo que foi aprovado pela maioria dos parlamentares e coloca em risco a vida de muitas mulheres e bebês, que serão atingidos por agentes contaminantes de adoecimento. Isso contraria a proteção de gestantes que a CLT garantia, em que se proíbe o trabalho da empregada em atividades, operações ou locais insalubres, livres de riscos.
Diferentemente do que o governo Temer prega, a flexibilização das leis trabalhistas reduzirá a renda dos trabalhadores e, consequentemente, a capacidade aquisitiva diminuirá, o que agravará ainda mais a situação econômica brasileira. Estão sendo propostos novos contratos de trabalho. Um deles é o intermitente, em que o trabalhador fica a disposição da empresa nos dias e horários que ela precisar de seus serviços.
 
Apesar de o salário mínimo ser a base na hora do pagamento, o valor é muito pequeno e o funcionário só receberá pelas horas trabalhadas. Isso reduzirá os custos para o patrão e, automaticamente, diminuirá bastante os salários. Este é o caminho para o crescimento do país?
Outro ponto bastante polêmico e que fere a dignidade humana é a terceirização permitida em qualquer atividade. Os terceirizados estão mais sujeitos a salários inferiores ao dos contratados diretos, eles possuem menos benefícios, cumprem jornadas de trabalho maiores, e estão, portanto, mais sujeitos a acidentes fatais de trabalho e menor permanência nas empresas. E ao invés de combater esse mal, Temer propõe a ampliação da precarização. A relação entre terceirização e a morte em serviço é clara em diversos setores, segundo estudos do Dieese.
Os representantes de entidades sindicais, dos empregadores e dos magistrados do trabalho se reuniram no dia 28 para debaterem na Comissão de Direitos Humanos (CDH) as consequências da entrada em vigor da reforma trabalhista, já sancionada (Lei 13.467/2017), e da possível aprovação da reforma da Previdência, em discussão no Legislativo.
Esse projeto perverso desregulamenta, flexibiliza e reduz uma série de direitos relativos às condições de trabalho, como salário, férias, isonomia salarial e proteção às mulheres gestantes. É a maior mudança nas regras das relações de trabalho no Brasil desde 1930.
Fonte: Fenattel

Mercado prevê menos inflação e mais crescimento econômico para 2017

Estimativa dos analistas para inflação recuou de 3,45% para 3,38% neste ano, e previsão de alta do PIB avançou de 0,39% para 0,50%.
pós a divulgação do resultado do Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre deste ano, que registrou nova alta, os economistas do mercado financeiro elevaram novamente sua estimativa para o crescimento da economia neste ano, e também passaram a prever um comportamento melhor da inflação.
As expectativas foram coletadas pelo Banco Central na semana passada e divulgadas nesta segunda-feira (4) por meio do relatório de mercado, também conhecido como Focus. Mais de cem instituições financeiras foram ouvidas.
De acordo com o levantamento do BC, a inflação deste ano deve ficar, na média, em 3,38%. No relatório anterior, feito com base nas previsões coletadas pelo Banco Central na semana retrasada, os economistas estimavam que a inflação ficaria em 3,45%.
A nova previsão mantém a inflação abaixo da meta central para o ano, que é de 4,5%. A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) e deve ser perseguida pelo Banco Central, que, para alcançá-la, eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic).
A meta central de inflação não é atingida no Brasil desde 2009. À época, o país ainda sentia os efeitos da crise financeira internacional de forma mais intensa.
Para 2018, a previsão do mercado financeiro para a inflação recuou de 4,20% para 4,18% na última semana. O índice segue abaixo da meta central (que também é de 4,5%) e do teto de 6% fixado para o período.
PIB e juros
Para o Produto Interno Bruto (PIB) de 2017, o mercado financeiro elevou sua estimativa de crescimento de 0,39% para 0,50% na semana passada.
Para 2018, os economistas das instituições financeiras mantiveram a estimativa de expansão da economia em 2%.
O mercado financeiro manteve sua previsão para a taxa básica de juros da economia, a Selic, em 7,25% ao ano para o fechamento de 2017. Atualmente, a taxa está em 9,25% ao ano.
Ou seja, os analistas continuaram estimando uma redução dos juros neste ano.
Para o fechamento de 2018, a estimativa dos economistas dos bancos para a taxa Selic ficou estável em 7,5% ao ano. Com isso, seguem prevendo que os juros deverão subir um pouco no ano que vem.
Câmbio, balança e investimentos
Na edição desta semana do relatório Focus, a projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2017 caiu de R$ 3,23 para R$ 3,20. Para o fechamento de 2018, a previsão dos economistas para a moeda norte-americana recuou de R$ 3,38 para R$ 3,35.
A projeção do boletim Focus para o resultado da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações) em 2017 continuou em US$ 61,3 bilhões de resultado positivo. Para o próximo ano, a estimativa dos especialistas do mercado para o superávit ficou estável em US$ 48 bilhões.
A previsão do relatório para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil, em 2017, permaneceu em US$ 75 bilhões. Para 2018, a estimativa dos analistas ficou estável também em US$ 75 bilhões.
Fonte: G1

Contas públicas têm déficit recorde de R$ 16,138 bilhões em julho

O setor público consolidado, formado por União, estados e municípios, registrou déficit nas contas públicas em julho, de acordo com dados do Banco Central (BC), divulgados hoje (30) em Brasília.
O déficit primário, receitas menos despesas, sem considerar os gastos com juros, ficou em R$ 16,138 bilhões. Esse foi o pior resultado para o mês na série histórica iniciada em dezembro de 2001.
O resultado de janeiro a julho também foi o maior para o período, chegando ao déficit primário de R$ 51,321 bilhões. Em 12 meses encerrados em julho, o déficit primário ficou em R$ 170,520 bilhões, o que corresponde a 2,66% do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país.
O governo enviou ao Congresso Nacional proposta de mudança da meta fiscal. Originalmente, a meta de déficit estava fixada em R$ 139 bilhões para este ano e em R$ 129 bilhões para 2018. O governo propõe a meta com déficit de R$ 159 bilhões neste ano e em 2018, para o governo central.
"Com a revisão das metas, o governo vai tomar as medidas necessárias de refazer sua programação para que alcance o cumprimento das metas", disse o chefe adjunto do Departamento Econômico do BC, Fernando Rocha.
Governos estaduais têm déficit primário de R$ 1,924 bilhão
Em julho deste ano, o Governo Central (Previdência, Banco Central e Tesouro Nacional) acusou déficit primário de R$ 13,977 bilhões. Os governos estaduais apresentaram déficit primário de R$ 1,924 bilhão, e os municipais, de R$ 728 milhões. As empresas estatais federais, estaduais e municipais, excluídas empresas dos grupos Petrobras e Eletrobras, tiveram superávit primário de R$ 491 milhões no mês passado.
Em julho, os gastos com juros nominais ficaram em R$ 28,482 bilhões, contra R$ 40,597 bilhões em igual mês de 2016. Rocha explicou que a redução nos gastos com juros ocorreu porque a autarquia obteve ganhos com operações no mercado de câmbio (swaps cambiais), neste ano. Também houve redução na taxa básica de juros, a Selic, e na inflação, que são os principais indexadores das despesas com juros da dívida pública.
O déficit nominal, formado pelo resultado primário e os resultados de juros, atingiu R$ 44,620 bilhões no mês passado ante R$ 53,403 bilhões de julho de 2016. Em 12 meses encerrados em julho, o déficit nominal ficou em R$ 598,711 bilhões, o que corresponde a 9,35% do PIB.
Dívida pública
A dívida líquida do setor público (balanço entre o total de créditos e débitos dos governos federal, estaduais e municipais) chegou a R$ 3,206 trilhões em julho, o que corresponde a 50,1% do PIB, com elevação de 1,4 ponto percentual em relação a junho. Esse foi o maior resultado desde dezembro de 2004, quando ficou em 50,2% do PIB. Esse foi o maior resultado desde dezembro de 2004, quando ficou em 50,2% do PIB.
Rocha disse que o aumento na dívida pública ocorreu devido principalmente à queda do dólar. A dívida pública sobe quando há queda do dólar, porque as reservas internacionais, o principal ativo do país, são feitas de moeda estrangeira. No mês passado, o dólar caiu 5,4%.
Para este mês, a previsão do BC é que a dívida líquida continue a subir e alcance 50,8% do PIB.
A dívida bruta – que contabiliza apenas os passivos dos governos federal, estaduais e municipais - chegou a R$ 4,722 trilhões ou 73,8% do PIB, com aumento de 0,6 ponto percentual em relação ao mês anterior. A projeção para a dívida bruta em agosto é 74,3% do PIB.
Fonte: Agência Brasil

Pequena empresa responde por 70% dos empregos

Maioria das empresas é formada por aqueles que se estabelecem por conta própria
A contribuição que as micro e pequenas empresas dão para o País enfrentar seu maior problema social, que é o desemprego, pode ser agora medida com mais precisão. Dos 72 milhões de brasileiros que trabalham para o setor privado, 70% (50,7 milhões) são pessoas que sobrevivem com rendimentos obtidos por empreendimentos de menor porte, segundo levantamento inédito do Sebrae, com base em dados e pesquisas do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística e do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, entre outros.
A maioria dessas empresas (26 milhões) é formada por aqueles que se estabelecem por conta própria e que não são computados como desempregados nas estatísticas. Às vezes, dependendo da evolução do negócio, essas empresas contratam outros trabalhadores, com ou sem carteira assinada. Há ainda 24,7 milhões de trabalhadores informais, à espera de colocação, e que vivem de pequenos bicos. Esse enorme conjunto de trabalhadores responde por 26% do Produto Interno Bruto (PIB) e gera 54% da massa salarial.
Números do Boa Vista SCPC já mostravam que o empreendedorismo no País tem sido impulsionado principalmente pelas Microempresas Individuais (MEIs). Constata-se que estas são as empresas que mais contratam e as que mais demoram a demitir em períodos de dificuldade. O cenário do mercado de trabalho seria pior sem elas. Enquanto o número de desempregados passou de 7 milhões no primeiro trimestre de 2014 para 14,2 milhões no mesmo período de 2017, o número de MEIs cresceu 1,6 milhão.
Os efeitos do desemprego, desse modo, têm sido mitigados pelos pequenos empreendedores, que assim exercem uma função de “colchão social”, no dizer do presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, já que uma parte desse segmento tende a abrigar outros trabalhadores na própria empresa ou utilizá-los para prestação de serviços.
Fonte: Estadão

Calendário de saques do PIS/Pasep sairá até o dia 15

O governo vai divulgar até o dia 15 de setembro o calendário de saque do PIS/Pasep (Programa de Integração Social e Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público) para homens a partir de 65 anos e mulheres a partir dos 62 anos. Segundo o Ministério do Planejamento, a prioridade será dada a quem tem mais idade. O pagamento será iniciado em outubro.
 Pelos cálculos do governo, a liberação deve injetar cerca de R$ 16 bilhões na economia brasileira, o que representa 0,25% do Produto Interno Bruto do País (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no Brasil. A medida vai atingir 8 milhões de pessoas, sendo que a maioria tem saldo na conta do PIS/Pasep em torno de R$ 750.
 Segundo o ministério, a Medida Provisória 797/2017, que libera o saque, elevará o volume mensal de saques do Fundo PIS/Pasep em 26 vezes, de acordo com as projeções iniciais elaboradas com os dados dos agentes administradores, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal.
No último exercício financeiro do fundo (de julho de 16 ao mês passado), a média mensal de saques do fundo estava em R$ 104 milhões. Após a medida provisória, os bancos se preparam para receber solicitações que totalizam, pelo menos, R$ 2,6 bilhões por mês, informou o ministério.
 Saques devem somar 1,3 milhão por mês
 Em número de atendimentos, a expectativa é que os bancos recebam um volume de solicitação de saques da ordem de 1,3 milhão por mês: 23 vezes acima da média de 56 mil atendimentos por mês, realizados até junho passado, acrescentou o Ministério do Planejamento.
 
“Esse salto no volume de saques exige um planejamento apropriado para que seja garantido o atendimento de maneira adequada a todos os cotistas. A formulação do calendário de atendimento está sendo feita para que os recursos sejam disponibilizados o mais rápido possível, porém, de forma organizada para evitar transtornos aos beneficiados”, explicou o governo.
 O ministério lembrou que os saques por falecimento, invalidez e doenças continuam sendo feitos imediatamente conforme os critérios vigentes, ou seja, independentemente do calendário.
 O ministério destaca ainda que será possível fazer consulta eletrônica sobre existência de saldo, por meio de telefone ou internet, evitando visitas às agências; haverá depósito direto na conta do beneficiário ou crédito direto na folha de pagamentos; e será possível fazer transferência para outros bancos sem custo;
 “Os sites eletrônicos dos bancos já estão se preparando e várias informações já podem ser encontradas em www.bb.com.br/pasep, para os cotistas do Pasep, e em www.caixa.gov.br/cotaspis, para os cotistas do PIS”, concluiu o ministério.
 Fonte: Agência Brasil

Avenida Circular Quadra 126 Lote 14, Setor Pedro Ludovico - Goiânia, Goiás CEP: 74823-020
Telefone: (62) 3227-7900
E-mail: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.